Como se pronuncia Design em Português
Exposição de Design com curadoria de Barbara Coutinho
A Galeria Reverso está presente com peças de Paula Crespo | Membro PIN.
Mude
Lisboa
De 29 Jan a 31 Mai 2015

 

A galeria Reverso estará presente com peças de Fernando Sanches Salvador, Margarida Grácio Nunes, Manuel Graça Dias, Pedro Calapez e Paula Crespo | Membro PIN.



A exposição Como se pronuncia design em português? nasce e mantém-se como uma interrogação. O título faz também alusão aos diferentes modos de pronunciar o termo design na língua portuguesa, e ao que isso revela da sua origem, tradução, história e significados. Pretendemos compreender como as circunstâncias geográficas de Portugal, a herança histórica, a cultura, as tradições e a consciência coletiva influenciaram e/ou se refletiram no pensamento e na obra de cada autor. Procurámos também conhecer o modo como os conceitos de lugar, pertença, identidade e memória têm vindo a ser trabalhados ao nível do design, avaliando a eventual existência de valores e características em comum. Para tal, olhámos para o design de produto desenhado e produzido por autores nacionais durante os últimos sessenta anos, dando maior incidência para o período compreendido entre 1980 e 2014.

Entre Lisboa e Paredes, apresentam-se mais de 150 peças de 76 autores de diferentes gerações, percursos e formações, demonstrando o espaço inclusivo e plural que desde o início quisemos constituir, mostrando a vitalidade de percursos e propostas. Não querendo ser um levantamento exaustivo de todos os autores em exercício durante este período, a seleção recaiu sobre os objetos considerados mais representativos para as leituras propostas. Muito embora não tenha uma estrutura cronológica nem pretenda ser uma retrospetiva dos últimos sessenta anos, podemos encontrar uma série de peças que remetem para autores, iniciativas, entidades e exposições marcantes para a história do design.

A exposição parte de uma leitura formal das peças, propondo diálogos entre diferentes épocas, autores e linguagens, respeitando sempre e em primeiro lugar a singularidade de cada obra. Dando uma particular atenção aos setores de produção tradicionais, como a cortiça, madeira, vidro, cristal ou porcelana, desenham-se três eixos de leitura intercomunicantes: O Predomínio da Forma sobre o Ornamento ou A Procura pela Estrutura das Coisas; Inteligência Prática e Sensibilidade pela Matéria. A Excelência das Manufaturas e das Artes Aplicadas; Entre o Popular e o Erudito. Variações sobre o Tema da Tradição.


+ info:
Mude
www.mude.pt

 

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23. JOALHARIA CONTEMPORÂNEA NA IBERO-AMÉRICA